Archive for novembro, 2008

O Chrome não quer dizer muita coisa

sexta-feira, novembro 7th, 2008

O Google lançou sua presença no mercado de browsers. Atitude interessante mas que para mim não quer dizer muita coisa. Ter um novo browser não muda muito (a minha) a vida dos desenvolvedores. Lembre-se que não importa quão bom seja o Firefox, Safari ou o Google Chrome, nós, desenvolvedores temos sempre que nivelar tudo por baixo, pelo Internet Explorer 6. Se o Chrome ou qualquer outro novo navegador ajudar com que o IE6 seja definitivamente descontinuado, eles serão bem-vindos. Caso contrário, o lançamento de bons browsers só vai, por assim dizer, brochar a vontade dos profissionais que querem utilizar recursos mais avançados do CSS mas não podem por conta do IE6. O IE7 foi um avanço interessante. O IE8 está pretendendo ser. Mas até mesmo o IE8 não vai ser muito útil enquanto ele não tomar a o lugar do Internet Explorer 6. O mesmo vale para qualquer outro browser.

Do que adianta eu utilizar PNG transparente para os browsers que suportam canal alpha e ter que continuar recortando imagens para fazer um bom trabalho no IE6? A Microsoft sabe que ela criou um monstro, e ainda bem que ela reconheceu isso e tomou alguma atitude.

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A internet como ferramenta competitiva

sexta-feira, novembro 7th, 2008

A ampliação das linhas telefônicas, o barateamento dos computadores, o aparecimento dos provedores gratuitos, o desenvolvimento de tecnologias wi-fi e os investimentos das empresas no comércio eletrônico têm contribuído para a popularização da Internet no Brasil como mídia de comunicação, informação e entretenimento. Segundo projeções do Interactive Advertisement Bureau (IAB), o número de usuários desse meio no Brasil provavelmente alcançou a margem de 37 milhões em 2007.

Além disso, cada vez mais as pessoas usam a Internet como canal de compras. Apesar de ainda não haver dados efetivos referentes a 2007, o e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, estima que o varejo on-line (B2C ou Business-to-Consumer) tenha crescido cerca de 45% em relação ao ano anterior, tendo movimentado R$ 6,4 bilhões. Este valor não considera as vendas de automóveis, de serviços relacionados ao turismo e os negócios realizados através de sites de leilão. Quanto ao número de consumidores on-line, as expectativas do e-bit apontam que possivelmente tenha havido um aumento de cerca de 40%, chegando-se a 9,8 milhões de pessoas, sendo que o valor médio das compras deve ter ficado acima de R$ 300. Vale destacar que, além do varejo on-line, também o B2B (Business-to-Business), que é o comércio eletrônico entre empresas, tem crescido consideravelmente.

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