Archive for janeiro, 2010

Caixa de correio corrompida? E agora?

terça-feira, janeiro 12th, 2010

Muitas pessoas que possuem a comodidade de utilizar um webmail de sua empresa de hosting, preferem configurar seus e-mails em programas como por exemplo: Outlook, Thunderbird, dentre outros. Esse tipo de cliente normalmente já utilizava esses programas e não quer “ aprender novamente” a utilizar ferramentas com layouts ou com detalhes diferentes em relação a nomenclatura, forma de envio e recebimento de e-mails, anexos, exportação de contatos, etc. Outro fator que motiva os clientes a configurar seu webmail em programas específicos é o fato de algumas empresas de hosting limitarem a quota, ou espaço disponivel no webmail. Dessa forma o espaço que o cliente terá de armazenamento de mensagens será o da sua própria máquina. Nesse caso o cliente deve ter o cuidado de configurar seu e-mail de forma adequada de acordo com suas necessidades e formas de utilização.

Por exemplo:
Se você utiliza seu e-mail no Outlook, mas as vezes precisa viajar ou acessá-lo de outro local, você pode facilmente ver suas mensagens através do webmail, porém deve configurar o Outlook para deixar uma cópia das mensagens no servidor. A tela abaixo mostra o caminho a ser utilizado para definir essa configuração. O caminho pode variar de programa para programa, mas normalmente encontra-se na aba “avançado” na parte inferior. A opção “deixar cópia das mensagens no servidor” deve estar habilitada se você utiliza também seu webmail.

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Porém nem tudo são flores… A desvantagem em se utilizar seu webmail configurado no outlook ou outro programa por exemplo é um erro muito comum e que muitas vezes tira a paciência dos usuários. Abaixo aparece a tela de erro por exemplo no outlook express:

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Por que usar Controle de Versões

segunda-feira, janeiro 11th, 2010

Um sistema de controle de versão, VCS (do inglês version control system) ou ainda SCM (do inglês source code management), é um software com a finalidade de gerenciar diferentes versões no desenvolvimento de um documento qualquer. Esses sistemas são comumente utilizados no desenvolvimento de software para controlar as diferentes versões – histórico e desenvolvimento – dos códigos-fontes e também da documentação.

Esse tipo de sistema é muito presente em empresas e instituições de tecnologia e desenvolvimento de software. É também muito comum no desenvolvimento de software livre. É útil, em diversos aspectos, tanto para projetos pessoais pequenos e simples como também para grandes projetos comerciais.

Principais Vantagens

Imaginem o seguinte quadro:

Você chega na sua empresa de manhã cedinho para terminar aquele trabalho que você passou o dia anterior fazendo, só que chegando lá voce descobre que aquele estagiário novo alterou acidentalmente os arquivos que você tanto demorou pra fazer. É um desespero não? Seu prazo esta estourado e você vai ter que passar a madrugada toda trabalhando para poder entregar o trabalho no tempo.

Se você utilizasse um VCS isso poderia ser facilmente resolvido com um simples comando. Isso porque todo o código( assim como seu histórico ) fica guardado em um servidor. O envio das alterações é feito a gosto do desenvolvedor (do lado do cliente), quando ele desejar; mas, para minimizar conflitos de versões, facilitar no desfazer de alterações e também no controle do histórico, recomenda-se que uma alteração seja enviada cada vez que o software estiver minimamente estável.

A principal função do sistema de controle de versão é armazenar todo o histórico de desenvolvimento do documento, desde o primeiro envio até sua última versão. Isso permite que seja possível resgatar uma determinada versão de qualquer data mais antiga, evitando desperdício de tempo no desenvolvimento para desfazer alterações quando se toma algum rumo equivocado.

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Primeiros passos utilizando o Magento – parte 1

quinta-feira, janeiro 7th, 2010
Olá pessoal, este post tem como objetivo esclarecer alguns pontos para aqueles que desejam conheçer a ferramenta Magento, desde da instalação a configuração básica para utilização da plataforma, devemos ter alguns cuidados. Abaixo segue a listagem de especificações necessárias para uma infra-estrutura básica em magento, caso você deseje testar se seu servidor está dentro das configurações, use o arquivo de verificação.
Especificações para um servidor básico para magento
Especificações para um servidor básico para magento

Preparando o ambiente

O Magento é uma ferramenta robusta e devemos ter alguns cuidados quando formos trabalhar com sua infra-estrutura, devemos utilizar os requerimentos para deixarmos o ambiente de instalação disponível para uso:

Suporte para Sistema Operacional

  • Linux x86, x86-64

Suporte servidores web:

  • Apache 1.3.x
  • Apache 2.0.x
  • Apache 2.2.x

Suporte aos Browsers:

  • Microsoft Internet Explorer 6 ou superior
  • Mozilla Firefox 2.0 ou superior
  • Apple Safari 2.x
  • Google Chrome

Plugins adobe flash devem ser instalados

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SCRUM

terça-feira, janeiro 5th, 2010

SCRUM é um método de desenvolvimento que está enquadrado dentro dos chamados métodos ágeis (Agile Manifesto, 2001). Criado por K. Shwaber, em 1995, ganhou notoriedade ao ser incluído dentre os métodos do manifesto de 2001. O termo SCRUM se refere “a uma formação bastante coesa de atacantes em um jogo de rugby para disputar a posse da bola quando esta é disputada” (KREBS, 2005).

Visão Geral do SCRUM

Segundo Schwaber (2007) o SCRUM necessita de um novo paradigma de desenvolvimento ao abraçar valores como mudança, imprevisibilidade e complexidade. Com o SCRUM as previsões de longo prazo são consideradas perca de recursos, tempo e, principalmente, dinheiro. O desenvolvimento ocorre através de versões e a adaptação é constante a fim de aperfeiçoar o projeto.

O SCRUM preconiza os valores comuns aos métodos que estão relacionados ao Agile Manifest , que são:

- Indivíduos e iterações sobre Processos e ferramentas

- Software funcionando sobre Extensa Documentação

- Colaboração dos clientes sobre Negociação em contratos

- Respostas a mudanças sobre seguir um plano

O SCRUM não é um modelo rígido, que pretenda ter respostas para todas as situações que se apresentem. Sua principal característica é oferecer à equipe as ferramentas para visualizar todas as nuances do projeto durante o seu desenvolvimento de forma a fazer os ajustes necessários. As práticas do SCRUM são, portanto, bastante flexíveis, podendo ser utilizadas em várias situações, e não somente no desenvolvimento de software.

Segundo Lairman o SCRUM possui valores que são importantes para seu êxito:

- Equipe auto-orientada e auto-organizada;

- Uma vez que o escopo de uma iteração é definido, dentro desta este não pode ser alterado;

- Reuniões diárias no início do dia;

- Normalmente as iterações (sprints) duram cerca de 30 dias;

- Demonstração para o cliente ao fim de cada iteração;

- Replanejamento junto com o cliente ao fim de cada iteração.

O SCRUM é fortemente influenciado pela divisão de papéis dentro da equipe do projeto.  Seus principais papéis são:

  1. Product Owner – Representa o interesse do cliente no projeto. Define os requisitos iniciais do projeto, objetivos, planos de entrega (release) e define a priorização de atividades do Product Backlog.
  2. Scrum Master – Gerencia o processo do SCRUM, atua como evangelista da metodologia SCRUM garantindo que todos saibam como esta funciona. Por fim, é responsável por remover quaisquer obstáculos que estejam impedindo o sucesso do projeto.
  3. Scrum Team (Time) – É que desenvolve todas as funcionalidades do Product Backlog. Gerencia seu próprio trabalho sendo responsável, portanto, pelo sucesso das iterações e, por conseqüência, do projeto como um todo.

Outros conceitos importantes em SCRUM:

  1. Product Backlog – consiste de uma lista das funcionalidades que o cliente deseja que ao final do projeto estejam implementadas no software.
  2. Impediment Backlog – consiste de uma lista dos problemas associados ao desenvolvimento do projeto. Geralmente mapeia riscos associados ao Product Backlog.
  3. Sprint – consiste da fase onde serão implementadas as funcionalidades previstas no Product Backlog.
  4. Sprint Backlog – lista de itens do Product Backlog que serãi implementados em um dado sprint.
  5. Burndown Chart – é o gráfico que sinaliza a quantidade de trabalho restante após certo período. Trata-se de um instrumento com o qual pode-se fazer a interseção entre o planejado e o executado.

Nos próximos posts vamos falar um pouco mais sobre as práticas de SCRUM e XP e como utilizá-los em conjunto.