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Os 10 Melhores Wordpress SEO Plugins

terça-feira, março 23rd, 2010

O Wordpress é uma excelente plataforma de blogs, melhor ainda para aqueles que usam ou gostariam de usar técnicas de SEO (Search Engine Optimization). Você pode encontrar uma variedade de Wordpress Plugins desenvolvidos especificadamente para o propósito de SEO. Aqui estão os links para download ou se preferir você pode instalá-los diretamente pelo painel administrativo do seu Blog Wordpress.
Veja a seguir os 10 Melhores Wordpress SEO Plugins para Otimização de seu blog:

1. All in One SEO Pack – Com este Plugin você pode otimizar o título, descrição e palavra-chave, tanto da página inicial (home), quanto das páginas internas (posts, page);

2. SEO Friendly Images – Desenvolvido pelo Vladmir Prelovac, SEO Friendly Images é um Wordpress SEO Plugin de otimização, no que automaticamente inclui nas imagens os atributos de ALT e TITLE, sendo uma das técnicas de SEO recomendadas pelos profissionais do ramo;

3. Broken Links Remover – Este plugin ajuda a consertar links quebrados (broken links), tanto como links de texto (anchor tags) quanto links de imagem (img tags), bloqueando tais tipos de links de serem incluidos em seus posts ou páginas de seu Wordpress blog;

4. Google XML Sitemaps – Este Wordpress Plugin gera XML-Sitemap (Mapa do Site) compilado para o seu Wordpress blog. O formato gerado é compatível com os seguintes motores de busca: Ask.com, Google, YAHOO e MSN Search;

5. MaxBlogPress Ping Optimizer – Pingar somente na hora necessária é a função deste Wordpress Plugin. Toda vez que você adiciona, atualiza ou modifica seus posts e páginas do seu blog, o Wordpress automaticamente alerta os serviços de pings. MaxBlogPress Ping Optimizer previni que o seu blog seja banido pelos serviços de pings por excesso de pings;

6. SEO Smart Links – Este plugin automaticamente gera links nos post e páginas do seu blog. Os links são gerados de acordo com o título correspondente de cada post;

Exemplo -> Se você cria uma página com o nome de CONTATO, e se num outro post você escrever a palavra “contato”, SEO Smart Links irá criar um link nesta palavra que irá direcionar para a página CONTATO que você criou anteriormente;

7. Sociable – Desenvolvido pelo Yoast, Sociable é um Wordpress plugin que adiciona botões dos serviços de Social Media / Social Bookmarking automaticamente nos seus posts e páginas;

8. WP-PageNavi – Google, Yahoo e os outros moteres de busca as vezes tem dificuldade de indexar algumas das páginas do seu blog por serem difíceis de chegar até elas. O plugin WP-PageNavi melhora e organiza a forma com o seu blog lida com o paginamento tornando os posts e páginas mais visíveis;

9. Permalink Redirect – Este plugin remove todos os tipos de letra/sinais estranhos adicionados nas URLs automaticamente usando o redirecionamento 301 para o permalink dos posts, páginas, categorias e tags do seu blog;

10. 404 Notifier – Este plugin notifica administradores de blogs via e-mail, qualquer tipo de erro 404 (páginas não encontradas) encontrado em seu blog;

Ruby – Strings, Números, Métodos e Condicionais

segunda-feira, março 15th, 2010

Eu assumirei que você já tem o Ruby instalado. Se não, você precisa fazer isto antes de mais nada. Vamos começar a codificar. Abra o seu editor e escreva o seguinte:

puts ‘hello world’

Salve o programa como ‘helloworld.rb’ e agora rode o programa. Se tudo ocorreu bem, o Ruby deveria mostrar “hello world”. Se você estiver usando um editor sem uma console interativa, você deverá rodar seus programas a partir do prompt de comandos do sistema operacional. Para isto abra um prompt de comandos (Windows) ou um terminal (Linux) e navegue até o diretório contendo o código fonte e então digite ruby seguido pelo nome do programa, assim: ruby helloworld.rb

puts( “hello world”.upcase )

Este deve ser o menor ‘hello world’ programa da história da programação, então vamos avançar modificando-o para pedir que o usuário digite algo …
O próximo passo, então, é ’solicitar’ ao usuário uma string (conjunto de caracteres). O método para fazer isso em Ruby é gets.

print(’Enter your name: ‘ )
name = gets()
puts( “Hello #{name}” )

O programa helloname.rb pergunta ao usuário o seu nome – vamos supor que é “Fred” -e então mostra uma saudação: “Hello Fred”.
Enquanto isso ainda é muito simples, existem alguns detalhes importantes que precisam ser explicados. Primeiro, note que eu usei print em vez de puts para mostrar a pergunta. Isto foi feito porque o puts adiciona uma nova linha no final e o print não; neste exemplo eu quero que o cursor permaneça na mesma linha da pergunta.

Na linha seguinte eu usei o gets() para ler a informação digitada pelo usuário emuma string quando for pressionada a tecla Enter. Esta string é armazenada na variável, name. Eu não pré-declarei esta variável, nem especifiquei seu tipo. Em Ruby você pode criar variáveis como e quando precisar delas e o Ruby deduz o tipo correspondente. Neste caso eu atribui uma string para a variável name, logo o Ruby sabe que o tipo de name deve ser uma string.
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Debian: Arquivos sources.list

terça-feira, março 9th, 2010

Um arquivo muito importante para o sistema APT de Debian é /etc/apt/sources.list.
Neste arquivo são indicadas as fontes de onde serão obtidos os pacotes de software a serem instalados no sistema.

Muitos programas são disponibilizados nos repositórios Debian e seus espelhos espalhados pelo mundo todo, mas alguns programas são disponibilizados em outras fontes (como é o caso de Picasa do Google) e freqüentemente é necessário adicionar ou remover endereços de repositórios do arquivo sources.list.

As linhas neste arquivo indicam não somente o endereço do repositório, mas também apontam quais versões das distribuições Debian devem ser localizadas. A seguir, um exemplo de conteúdo de um arquivo sources.list para uma distribuição Testing. Os repositórios de pacotes podem ter seus endereços alterados, desta maneira, pode ser que algum dos endereços listados abaixo não esteja disponível quando testes forem efetuados. Basta que o usuário procure em fóruns e artigos quais repositórios estão em funcionamento e são de seu interesse.

O importante aqui é que se entenda a finalidade do arquivo e sua estrutura básica.

# Pacotes Debian (alguns repositórios duplicados propositalmente)

deb http://security.debian.org/debian-security testing/updates main

deb http://ftp.us.debian.org/debian testing main contrib non-free

deb http://ftp.br.debian.org/debian testing main contrib non-free

deb http://www.debian-multimedia.org testing main

deb http://security.debian.org/ testing/updates main contrib

deb http://mirrors.kernel.org/debian/ testing main contrib non-free

deb-src http://mirrors.kernel.org/debian testing main contrib non-free

deb-src http://security.debian.org testing/updates main contrib

deb-src http://ftp.br.debian.org/debian testing main contrib non-free

Alguns exemplos:

# Google software repository

deb http://dl.google.com/linux/deb/ stable main

# VLC

deb http://download.videolan.org/pub/videolan/debian/ sid main

# Multimídia

deb http://www.debian-multimedia.org sid main

deb http://www.debian-multimedia.org experimental main

Obs:As linhas que possuem um sinal # na frente são linhas comentadas que serão desconsideradas pelo APT.

A primeira palavra da linha é deb ou deb-src. No primeiro caso, indica-se um repositório de pacotes binários preparados para instalação e no segundo, código-fonte dos pacotes e alguns arquivos de controle, útil a programadores ou pessoas que gostam de (ou precisam) compilar os programas em seu próprio computador.

O segundo argumento é o endereço, que pode ser acessado por protocolos http, ftp, etc.

O terceiro argumento indica a distribuição, onde valem os codinomes. Por exemplo, em uma linha “deb http://ftp.br.debian.org/debian/ etch main contrib”, o codinome usado “etch” e deve existir no endereço citado um diretório ou uma referência com o nome “etch” que aponte para os pacotes desta versão de Debian (4.0). Outra forma de indicar a distribuição é com os termos stable, testing e sid.

As indicações main, contrib e non-free significam o tipo de licença dos pacotes. Os pacotes da seção main fazem parte da distribuição oficial Debian, os da seção non-free são pacotes que possuem distribuição restrita e os da seção contrib contém pacotes que podem ser livremente distribuídos mas dependem de pacotes da seção non-free.

Mais informações sobre os pacotes das distribuições Debian podem ser encontradas no seguinte endereço: http://www.debian.org/distrib/packages. Outros repositórios podem ser encontrados em www.apt-get.org.

Depois de alterar o arquivo sources.list, é preciso executar o comando para que sejam recuperadas as informações sobre os pacotes disponíveis nos repositórios. O comando referido é:
# apt-get update

Distribuições Linux. Qual utilizar?

terça-feira, março 2nd, 2010

As pessoas podem montar seus sistemas GNU/Linux da maneira que desejarem, seja compilando os componentes do sistema (kernel e aplicativos), seja baixando imagens de instalação de sistemas compilados completamente para sua arquitetura de hardware.

Diferente do sistema Windows, cujas versões são produzidas por uma única empresa, as versões de Linux são disponibilizadas por muitos fornecedores diferentes. Pode-se pensar nisso como times de futebol, onde os instrumentos (bolas, chuteiras) são os mesmos, variando um pouco na marca, mas os componentes das equipes e a forma de jogar é completamente diferente para cada time. No caso de Linux, o núcleo do sistema (kernel) é o mesmo, variando um pouco na versão (2.4, 2.6, etc) mas o conjunto de programas final, ou seja, o sistema operacional de forma completa, comporta-se de maneira distinta de um fornecedor para o outro.

Os fornecedores de imagens do sistema prontas para instalação são conhecidos como distribuidores e eles existem em grande número. A diferença entre as distribuições está nos objetivos para que foram criadas, os programas e padrões usados para distribuir pacotes de aplicativos aos usuários, além do sistema de instalação, praticidade de utilização e ferramentas de manutenção, documentação e suporte. Os conjuntos de software resultantes recebem o nome de Distribuições GNU/Linux.
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