Archive for the ‘Dicas’ Category

Como estimar prazos precisos e imprecisos

segunda-feira, março 15th, 2010

Eu encontrei esse artigo no blog do Carlos Brando(O Nome do Jogo) e achei muito interessante as dicas de estimativas de prazos.

Veja abaixo na íntegra:

Definir quanto tempo será necessário para finalizar uma tarefa ou o desenvolvimento de um software não é (ou pelo menos não deveria ser) algo trivial. Estimar prazos faz parte do nosso dia-a-dia como programadores.

O que muita gente não se dá conta é que a precisão com que um programador prevê a entrega de tarefas e projetos é um poderoso indicador do quão bom ele é.

Para informar de forma precisa o tempo necessário para a realização de algo em desenvolvimento de software é necessário que o programador possua uma certa experiência no assunto, tenha um bom domínio do negócio, seja rápido e produtivo.

Embora muitos de nós não apreciem essa difícil tarefa, estimar prazos é parte do nosso trabalho. Fazer isso bem pode ser a diferença entre um programador profissional e um amador.

Em um dia normal, estamos estimando prazos o tempo todo. Ao colocar a comida no micro-ondas você deve informar quantos minutos serão necessários para esquenta-la. Se você tem um horário fixo para acordar, deve analisar quantas horas de sono serão suficientes e então decidir quando deve ir para a cama.

O segredo não está no tempo, mas em quão precisa deve ser a sua estimativa. Se seu chefe pergunta que horas você entregará o relatório amanhã, ele quer ter uma ideia se será antes ou depois do almoço. Se ele lhe pergunta quanto tempo será necessário para resolver um bug critico e colocar o sistema de volta em produção ele precisa de uma precisão maior.

A escala de tempo é muito importante ao se estimar prazos. Por exemplo, você pode dizer “O projeto será entregue em 25 dias” ou pode dizer “O projeto será entregue em cerca de 5 semanas”. Embora ambas as frases indiquem o mesmo tempo, o efeito sob cada uma delas pode ser diferente. Ao dar a primeira resposta, seu cliente provavelmente anotará na agenda dele o dia exato em que você entregará o projeto. Por outro lado, a segunda resposta fará com que ele lhe procure a qualquer momento daqui a 4 ou 6 semanas.

(mais…)

Ruby – Strings, Números, Métodos e Condicionais

segunda-feira, março 15th, 2010

Eu assumirei que você já tem o Ruby instalado. Se não, você precisa fazer isto antes de mais nada. Vamos começar a codificar. Abra o seu editor e escreva o seguinte:

puts ‘hello world’

Salve o programa como ‘helloworld.rb’ e agora rode o programa. Se tudo ocorreu bem, o Ruby deveria mostrar “hello world”. Se você estiver usando um editor sem uma console interativa, você deverá rodar seus programas a partir do prompt de comandos do sistema operacional. Para isto abra um prompt de comandos (Windows) ou um terminal (Linux) e navegue até o diretório contendo o código fonte e então digite ruby seguido pelo nome do programa, assim: ruby helloworld.rb

puts( “hello world”.upcase )

Este deve ser o menor ‘hello world’ programa da história da programação, então vamos avançar modificando-o para pedir que o usuário digite algo …
O próximo passo, então, é ’solicitar’ ao usuário uma string (conjunto de caracteres). O método para fazer isso em Ruby é gets.

print(’Enter your name: ‘ )
name = gets()
puts( “Hello #{name}” )

O programa helloname.rb pergunta ao usuário o seu nome – vamos supor que é “Fred” -e então mostra uma saudação: “Hello Fred”.
Enquanto isso ainda é muito simples, existem alguns detalhes importantes que precisam ser explicados. Primeiro, note que eu usei print em vez de puts para mostrar a pergunta. Isto foi feito porque o puts adiciona uma nova linha no final e o print não; neste exemplo eu quero que o cursor permaneça na mesma linha da pergunta.

Na linha seguinte eu usei o gets() para ler a informação digitada pelo usuário emuma string quando for pressionada a tecla Enter. Esta string é armazenada na variável, name. Eu não pré-declarei esta variável, nem especifiquei seu tipo. Em Ruby você pode criar variáveis como e quando precisar delas e o Ruby deduz o tipo correspondente. Neste caso eu atribui uma string para a variável name, logo o Ruby sabe que o tipo de name deve ser uma string.
(mais…)

Biblioteca de Expressões Regulares.

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

Hoje trago a vocês a dica do site RegexLib, nesse site encontramos uma vasta coleção de expresssões regulares prontas para o nosso uso.

Para procurar uma expressão regular no site e so voce digitar no campo Find Expressions uma palavra chave sobre a expressão regular que voce quer.

Regular Expression Library

O site retornará alguns exemplos encontrados com uma breve descricao sobre o que cada exemplo faz.

Regular

Mootools e JQuery juntos. Como?

segunda-feira, janeiro 25th, 2010

Se voce está lendo esse artigo, deve ter tido problema ao tentar usar as bibliotecas Mootools e JQuery juntas.

Quando tentamos usar as duas juntas ocorre um erro pelo fato das duas bibliotecas terem o mesmo construtor $(). Então pode acontecer delas tentarem interpretar o mesmo código. O JQuery tentando interpretrar código que foi feito para o Mootools e o Mootools querendo interpretar código escrito para JQuery.

Mas não se preocupe, existe uma solução bem simples para resolver esse problema.

John Resig( criador do JQuery ), sabendo que outras bibliotecas usavam o mesmo construtor que ele, criou a funçao jQuery.noConflict.

Voce apenas tem que chama-lá depois da inclusão da biblioteca JQuery, antes de usar qualquer função JQuery e colocar jQuery como construtor no lugar $()

<script type=”text/javascript”>

jQuery.noConflit();

jQuery().ready(function(){

jQuery(’#empresa’).css(’color’, ‘blue’);

});

</script>

Agora é só usar o seu script Mootools com o construtor padrão:

<script type=”text/javascript”>

$(’pessoa’).inject(’empresa’, ‘top’);

</script>