Archive for the ‘Dicas’ Category

Comandos Linux – chmod

terça-feira, janeiro 19th, 2010

Para mudar as permissões de um arquivo ou diretório do servidor, você tem que utilizar o comando chmod.

Em geral, qualquer comando de linux ou unix tem uma ajuda, que você pode ver invocando ao comando, seguido com o parâmetro -help. Algo como isto:

chmod –help

Este comando em concreto tem várias sintaxes permitidas. Entre elas, por exemplo, pode utilizar:

chmod [opcoes] modo-em-octal arquivo.

As opções podem ser indicadas ou não, segundo queiramos. Opções típicas são:
d: significa diretório;
-: significa arquivo;
r = leitura (ride);
w= escrita (writer);
x=execução (execute);

Após digitar o comando ls -l todas as permissões dos arquivos do diretório corrente irão ser visualizadas.

EXEMPLO 1:

drwxrwxrwx 3 lino lino 4096 2009-12-11 18:15 pasta sem título

Análise:

d = significa que ele é um diretório;
Os três primeiros caracteres dizem respeito ao usuário root(dono);
Os outros três caracteres dizem respeito ao grupo ao qual pertence o dono do arquivo;
Os últimos três caracteres dizem respeito aos outros usuários do sistema que não fazem parte do grupo Lino.
Conclusão: A leitura, escrita e execução são permitidas a todos os usuários do sistema.

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Caixa de correio corrompida? E agora?

terça-feira, janeiro 12th, 2010

Muitas pessoas que possuem a comodidade de utilizar um webmail de sua empresa de hosting, preferem configurar seus e-mails em programas como por exemplo: Outlook, Thunderbird, dentre outros. Esse tipo de cliente normalmente já utilizava esses programas e não quer “ aprender novamente” a utilizar ferramentas com layouts ou com detalhes diferentes em relação a nomenclatura, forma de envio e recebimento de e-mails, anexos, exportação de contatos, etc. Outro fator que motiva os clientes a configurar seu webmail em programas específicos é o fato de algumas empresas de hosting limitarem a quota, ou espaço disponivel no webmail. Dessa forma o espaço que o cliente terá de armazenamento de mensagens será o da sua própria máquina. Nesse caso o cliente deve ter o cuidado de configurar seu e-mail de forma adequada de acordo com suas necessidades e formas de utilização.

Por exemplo:
Se você utiliza seu e-mail no Outlook, mas as vezes precisa viajar ou acessá-lo de outro local, você pode facilmente ver suas mensagens através do webmail, porém deve configurar o Outlook para deixar uma cópia das mensagens no servidor. A tela abaixo mostra o caminho a ser utilizado para definir essa configuração. O caminho pode variar de programa para programa, mas normalmente encontra-se na aba “avançado” na parte inferior. A opção “deixar cópia das mensagens no servidor” deve estar habilitada se você utiliza também seu webmail.

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Porém nem tudo são flores… A desvantagem em se utilizar seu webmail configurado no outlook ou outro programa por exemplo é um erro muito comum e que muitas vezes tira a paciência dos usuários. Abaixo aparece a tela de erro por exemplo no outlook express:

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Por que usar Controle de Versões

segunda-feira, janeiro 11th, 2010

Um sistema de controle de versão, VCS (do inglês version control system) ou ainda SCM (do inglês source code management), é um software com a finalidade de gerenciar diferentes versões no desenvolvimento de um documento qualquer. Esses sistemas são comumente utilizados no desenvolvimento de software para controlar as diferentes versões – histórico e desenvolvimento – dos códigos-fontes e também da documentação.

Esse tipo de sistema é muito presente em empresas e instituições de tecnologia e desenvolvimento de software. É também muito comum no desenvolvimento de software livre. É útil, em diversos aspectos, tanto para projetos pessoais pequenos e simples como também para grandes projetos comerciais.

Principais Vantagens

Imaginem o seguinte quadro:

Você chega na sua empresa de manhã cedinho para terminar aquele trabalho que você passou o dia anterior fazendo, só que chegando lá voce descobre que aquele estagiário novo alterou acidentalmente os arquivos que você tanto demorou pra fazer. É um desespero não? Seu prazo esta estourado e você vai ter que passar a madrugada toda trabalhando para poder entregar o trabalho no tempo.

Se você utilizasse um VCS isso poderia ser facilmente resolvido com um simples comando. Isso porque todo o código( assim como seu histórico ) fica guardado em um servidor. O envio das alterações é feito a gosto do desenvolvedor (do lado do cliente), quando ele desejar; mas, para minimizar conflitos de versões, facilitar no desfazer de alterações e também no controle do histórico, recomenda-se que uma alteração seja enviada cada vez que o software estiver minimamente estável.

A principal função do sistema de controle de versão é armazenar todo o histórico de desenvolvimento do documento, desde o primeiro envio até sua última versão. Isso permite que seja possível resgatar uma determinada versão de qualquer data mais antiga, evitando desperdício de tempo no desenvolvimento para desfazer alterações quando se toma algum rumo equivocado.

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Google Analytics – um plugin essencial para o seu blog Wordpress

terça-feira, janeiro 5th, 2010

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Você sabe quem lê o que escreve? Ter um blog implica partilhar conteúdos com outros internautas. É bom e gratificante saber que o que se escreve é de fato lido. Para ter uma noção precisa dos seus visitantes, o leitor já recorreu certamente a diferentes contadores.
O Google Analytics pode monitorar a proveniência dos seus visitantes, palavras-chave usadas em motores de busca para chegar ao seu site, lealdade dos visitantes, taxa de rejeição, software e browsers usados entre outras informações bem úteis.

Como instalar o plugin Google Analytics para monitorar as visitas do seu site?

1. Fazer o download do ficheiro sem-google-analytics.zip
2. Descompactar e colocar o conteúdo na pasta wp-content/plugins da sua instalação do Wordpress
3. Activar o plugin na área de administração do seu blogue
4. Registe-se no Google Analytics
5. Coloque o script urchin.js gerado na caixa das opções do plugin. Use o script urchin.js e não o ga.js.
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