Archive for the ‘Sem Categoria’ Category

Erros comuns em ASP e suas possíveis soluções

terça-feira, março 30th, 2010

Abaixo listamos alguns erros comuns de ASP e suas possíveis soluções:

* [Microsoft][ODBC Driver Manager] Data source name not found and no default driver specified

O nome da DSN utilizada não existe ou está incorreto. Sugerimos que verifique em sua programação se o nome está mesmo correto.

* [Microsoft][ODBC Microsoft Access Driver]General error Unable to open registry key ‘Temporary (volatile) Jet DSN for process’.

-Geralmente o banco de dados encontra-se em uma pasta que não possui permissão de “Escrita”, neste caso basta aplicar esta permissão no diretório onde a base encontra-se conforme descrito em Alterando_a_permissão_de_pastas_em_Windows;

-Este problema também ocorre em alguns casos quando a base de dados não existe ou o caminho esta errado;

Do contrário, procure alterar o driver de conexão para OLEDB como neste artigo String’s_de_conexão_para_ASP_e_ASP.NET#ACE_OLEDB_12.0 exemplo;

* [Microsoft][ODBC SQL Server Driver][DBMSSOCN] General network error. Check your network document.

Verifique se o endereço da base de dados está mesmo correto em sua programação. Persistindo o problema, abra um chamado em nosso Help-Desk na categoria SQL, mencionando a localização exata (link/URL) da página que contém este erro para que possamos identificar o motivo da falha.

* [Microsoft][ODBC Microsoft Access Driver] Operation must use an updateable query.

Este erro ocorre quando o diretório ou o arquivo não tem permissão de escrita. Você pode alterar as permissões através do Painel de Controle, saiba como consultando esse artigo.

* [Microsoft][ODBC Microsoft Access Driver] Too many client tasks.

Recomendamos a utilização do driver OLEDB.

* [Microsoft][ODBC Driver Manager] Data source name too long

Este erro ocorre quando o tipo do campo na base de dados é pequeno para os dados informados. Portanto será necessário alterar a estrutura da base de dados ou alocar menos dados no campo com problemas.

* [Microsoft][ODBC SQL Server Driver][SQL Server]Could not allocate space for object ’Nome_Tabela’ in database ’Nome_BasedeDados’ because the ’PRIMARY’ filegroup is full.

Este erro ocorre quando o tamanho da base de dados é excedido. Sugerimos que compacte sua base de dados utilizando a Query: dbcc shrinkdatabase ()

* [Microsoft][ODBC Microsoft Access Driver] Too few parameters. Expected 1. /default.asp, line 10

Este erro ocorre quando há um excesso de parâmetros informados em uma instrução à base de dados.

* Microsoft ADODB.Field error ’800a0bcd’ Either BOF or EOF is True, or the current record has been deleted. Requested operation requires a current record

Este erro ocorre quando o campo do objeto recordset consultado está vazio ou quando ele está no final.

* Microsoft JET Database Engine error ’80004005’ Could not find installable ISAM. servicos/data.asp, line 10
A string de conexão pode está com a palavra datasource (juntos), altere para: data source.

* ConnectionWrite(GetOverLappedResult)

Este erro pode ocorrer ao tentar inserir mais dados do que é permitido em um campo (por exemplo, se tentar inserir 26 caracteres em um campo formatado para aceitar somente 25 caracteres). Neste caso verifique a estrutura de sua base de dados ou sua programação.

* Microsoft OLE DB Provider for ODBC Drivers error ADODB.Fields error ’800a0cb3’ Current Recordset does not support updating. This may be a limitation of the provider, or of the selected locktype.

O LockType que está utilizando em seu objeto recordset não permite edição nos dados do mesmo, sugerimos que utilize outro tipo de LockType.

* Microsoft VBScript runtime error ’800a01f4’ Variable is undefined: ‘VAR1’ /site/teste.asp, line 38

O erro ocorre se na programação do arquivo estiver usando a opção Option Explicit, o que força a declaração das variáveis usadas, e a variável VAR1 não foi declarada.

* Server.CreateObject Failed ’ASP 0177 : 800401f3’

Ocorre quando o componente que está sendo instanciado não está instalado no servidor. Consulte nossa lista de componentes para verificar algum similar ou que realize o processo desejado.

* Error ’8004020e’ /Locaweb/ASP/cdosys_lw.asp, line 144

Ocorre quando seu objeto de envio de e-mail tenta enviar um e-mail mal formatado, ou seja, um e-mail com caracteres inválidos ou acentuação.

* Active Server Pages error ‘ASP 0126? – Include file not found

Será apresentado esta mensagem de erro em casos onde o arquivo de include declarado em sua programação não seja localizado no diretório da área de hospedagem, verifique se o arquivo se encontra no local informado ou verifique se o nome do arquivo na linha de include está correto.

Os 10 Melhores Wordpress SEO Plugins

terça-feira, março 23rd, 2010

O Wordpress é uma excelente plataforma de blogs, melhor ainda para aqueles que usam ou gostariam de usar técnicas de SEO (Search Engine Optimization). Você pode encontrar uma variedade de Wordpress Plugins desenvolvidos especificadamente para o propósito de SEO. Aqui estão os links para download ou se preferir você pode instalá-los diretamente pelo painel administrativo do seu Blog Wordpress.
Veja a seguir os 10 Melhores Wordpress SEO Plugins para Otimização de seu blog:

1. All in One SEO Pack – Com este Plugin você pode otimizar o título, descrição e palavra-chave, tanto da página inicial (home), quanto das páginas internas (posts, page);

2. SEO Friendly Images – Desenvolvido pelo Vladmir Prelovac, SEO Friendly Images é um Wordpress SEO Plugin de otimização, no que automaticamente inclui nas imagens os atributos de ALT e TITLE, sendo uma das técnicas de SEO recomendadas pelos profissionais do ramo;

3. Broken Links Remover – Este plugin ajuda a consertar links quebrados (broken links), tanto como links de texto (anchor tags) quanto links de imagem (img tags), bloqueando tais tipos de links de serem incluidos em seus posts ou páginas de seu Wordpress blog;

4. Google XML Sitemaps – Este Wordpress Plugin gera XML-Sitemap (Mapa do Site) compilado para o seu Wordpress blog. O formato gerado é compatível com os seguintes motores de busca: Ask.com, Google, YAHOO e MSN Search;

5. MaxBlogPress Ping Optimizer – Pingar somente na hora necessária é a função deste Wordpress Plugin. Toda vez que você adiciona, atualiza ou modifica seus posts e páginas do seu blog, o Wordpress automaticamente alerta os serviços de pings. MaxBlogPress Ping Optimizer previni que o seu blog seja banido pelos serviços de pings por excesso de pings;

6. SEO Smart Links – Este plugin automaticamente gera links nos post e páginas do seu blog. Os links são gerados de acordo com o título correspondente de cada post;

Exemplo -> Se você cria uma página com o nome de CONTATO, e se num outro post você escrever a palavra “contato”, SEO Smart Links irá criar um link nesta palavra que irá direcionar para a página CONTATO que você criou anteriormente;

7. Sociable – Desenvolvido pelo Yoast, Sociable é um Wordpress plugin que adiciona botões dos serviços de Social Media / Social Bookmarking automaticamente nos seus posts e páginas;

8. WP-PageNavi – Google, Yahoo e os outros moteres de busca as vezes tem dificuldade de indexar algumas das páginas do seu blog por serem difíceis de chegar até elas. O plugin WP-PageNavi melhora e organiza a forma com o seu blog lida com o paginamento tornando os posts e páginas mais visíveis;

9. Permalink Redirect – Este plugin remove todos os tipos de letra/sinais estranhos adicionados nas URLs automaticamente usando o redirecionamento 301 para o permalink dos posts, páginas, categorias e tags do seu blog;

10. 404 Notifier – Este plugin notifica administradores de blogs via e-mail, qualquer tipo de erro 404 (páginas não encontradas) encontrado em seu blog;

Ruby – Strings, Números, Métodos e Condicionais

segunda-feira, março 15th, 2010

Eu assumirei que você já tem o Ruby instalado. Se não, você precisa fazer isto antes de mais nada. Vamos começar a codificar. Abra o seu editor e escreva o seguinte:

puts ‘hello world’

Salve o programa como ‘helloworld.rb’ e agora rode o programa. Se tudo ocorreu bem, o Ruby deveria mostrar “hello world”. Se você estiver usando um editor sem uma console interativa, você deverá rodar seus programas a partir do prompt de comandos do sistema operacional. Para isto abra um prompt de comandos (Windows) ou um terminal (Linux) e navegue até o diretório contendo o código fonte e então digite ruby seguido pelo nome do programa, assim: ruby helloworld.rb

puts( “hello world”.upcase )

Este deve ser o menor ‘hello world’ programa da história da programação, então vamos avançar modificando-o para pedir que o usuário digite algo …
O próximo passo, então, é ’solicitar’ ao usuário uma string (conjunto de caracteres). O método para fazer isso em Ruby é gets.

print(’Enter your name: ‘ )
name = gets()
puts( “Hello #{name}” )

O programa helloname.rb pergunta ao usuário o seu nome – vamos supor que é “Fred” -e então mostra uma saudação: “Hello Fred”.
Enquanto isso ainda é muito simples, existem alguns detalhes importantes que precisam ser explicados. Primeiro, note que eu usei print em vez de puts para mostrar a pergunta. Isto foi feito porque o puts adiciona uma nova linha no final e o print não; neste exemplo eu quero que o cursor permaneça na mesma linha da pergunta.

Na linha seguinte eu usei o gets() para ler a informação digitada pelo usuário emuma string quando for pressionada a tecla Enter. Esta string é armazenada na variável, name. Eu não pré-declarei esta variável, nem especifiquei seu tipo. Em Ruby você pode criar variáveis como e quando precisar delas e o Ruby deduz o tipo correspondente. Neste caso eu atribui uma string para a variável name, logo o Ruby sabe que o tipo de name deve ser uma string.
(mais…)

Debian: Arquivos sources.list

terça-feira, março 9th, 2010

Um arquivo muito importante para o sistema APT de Debian é /etc/apt/sources.list.
Neste arquivo são indicadas as fontes de onde serão obtidos os pacotes de software a serem instalados no sistema.

Muitos programas são disponibilizados nos repositórios Debian e seus espelhos espalhados pelo mundo todo, mas alguns programas são disponibilizados em outras fontes (como é o caso de Picasa do Google) e freqüentemente é necessário adicionar ou remover endereços de repositórios do arquivo sources.list.

As linhas neste arquivo indicam não somente o endereço do repositório, mas também apontam quais versões das distribuições Debian devem ser localizadas. A seguir, um exemplo de conteúdo de um arquivo sources.list para uma distribuição Testing. Os repositórios de pacotes podem ter seus endereços alterados, desta maneira, pode ser que algum dos endereços listados abaixo não esteja disponível quando testes forem efetuados. Basta que o usuário procure em fóruns e artigos quais repositórios estão em funcionamento e são de seu interesse.

O importante aqui é que se entenda a finalidade do arquivo e sua estrutura básica.

# Pacotes Debian (alguns repositórios duplicados propositalmente)

deb http://security.debian.org/debian-security testing/updates main

deb http://ftp.us.debian.org/debian testing main contrib non-free

deb http://ftp.br.debian.org/debian testing main contrib non-free

deb http://www.debian-multimedia.org testing main

deb http://security.debian.org/ testing/updates main contrib

deb http://mirrors.kernel.org/debian/ testing main contrib non-free

deb-src http://mirrors.kernel.org/debian testing main contrib non-free

deb-src http://security.debian.org testing/updates main contrib

deb-src http://ftp.br.debian.org/debian testing main contrib non-free

Alguns exemplos:

# Google software repository

deb http://dl.google.com/linux/deb/ stable main

# VLC

deb http://download.videolan.org/pub/videolan/debian/ sid main

# Multimídia

deb http://www.debian-multimedia.org sid main

deb http://www.debian-multimedia.org experimental main

Obs:As linhas que possuem um sinal # na frente são linhas comentadas que serão desconsideradas pelo APT.

A primeira palavra da linha é deb ou deb-src. No primeiro caso, indica-se um repositório de pacotes binários preparados para instalação e no segundo, código-fonte dos pacotes e alguns arquivos de controle, útil a programadores ou pessoas que gostam de (ou precisam) compilar os programas em seu próprio computador.

O segundo argumento é o endereço, que pode ser acessado por protocolos http, ftp, etc.

O terceiro argumento indica a distribuição, onde valem os codinomes. Por exemplo, em uma linha “deb http://ftp.br.debian.org/debian/ etch main contrib”, o codinome usado “etch” e deve existir no endereço citado um diretório ou uma referência com o nome “etch” que aponte para os pacotes desta versão de Debian (4.0). Outra forma de indicar a distribuição é com os termos stable, testing e sid.

As indicações main, contrib e non-free significam o tipo de licença dos pacotes. Os pacotes da seção main fazem parte da distribuição oficial Debian, os da seção non-free são pacotes que possuem distribuição restrita e os da seção contrib contém pacotes que podem ser livremente distribuídos mas dependem de pacotes da seção non-free.

Mais informações sobre os pacotes das distribuições Debian podem ser encontradas no seguinte endereço: http://www.debian.org/distrib/packages. Outros repositórios podem ser encontrados em www.apt-get.org.

Depois de alterar o arquivo sources.list, é preciso executar o comando para que sejam recuperadas as informações sobre os pacotes disponíveis nos repositórios. O comando referido é:
# apt-get update