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Gerenciando MySQL com o phpMyAdmin: Instalação

terça-feira, fevereiro 9th, 2010

1. Introdução

O MySQL é um banco de dados popular que é bastante utilizado em aplicações Web. Por exemplo, praticamente todo sistema de gerenciamento de conteúdo de portais tem suporte MySQL, as empresas de web hosting também oferecem sempre, além de ser fácil instalar e começar a usar logo de cara. O banco de dados é software livre, o que indica que você pode baixar e usar à vontade, sem precisar pagar ou obter algum tipo de licença.

Mas uma vez que o banco de dados foi instalado, muita gente sente falta de um gerenciador para ele, algo que possa criar ou visualizar as tabelas, executar comandos SQL, mudar configurações de usuários, fazer backups do conteúdo e tudo mais. Uma ótima solução para fazer isto é usar o phpMyAdmin, uma poderosa ferramenta de gerenciamento MySQL feita inteiramente em PHP, o que significa que funciona em ambiente Web e por isso, na maioria dos sistemas operacionais e navegadores.

Segundo a documentação do programa, estas são as tarefas que o phpMyAdmin pode fazer atualmente:

* Visualizar, remover, criar, copiar, renomear e alterar bancos de dados, tabelas, campos e índices.
Manutenção do servidor, bancos de dados e tabelas, com sugestões para a configuração do servidor.
* Executar, editar e guardar qualquer comando SQL, mesmo em série.
* Carregar arquivos de texto em tabelas.
* Criar ou ler dumps de tabelas e bancos de dados, com suporte à arquivos GZip, Bzip2, Zip (quando habilitados no PHP).
* Exportar dados para vários formatos: CSV, XML, PDF, OpenDocument Text e Spreadsheet (ISO/IEC 26300), Word, Excel e LATEX.
* Administrar múltiplos servidores de um único local/sistema.
* Gerenciar usuários e privilégios do MySQL.
* Verificar integridade referencial em tabelas MyISAM.
* Usar Query-by-example (QBE) – Consulta por exemplo – para criar conslutas complexas conectando automaticamente as tabelas necessárias.
* Criar gráficos PDF do layout dos bancos de dados.
* Procurar em um banco de dados inteiro ou em alguma parte específica.
* Transformar dados armazenados em qualquer formato usando funções pré-definidas.
* Suporte ao tipo de tabelas InnoDB e chaves estrangeiras (foreign keys).
* Suporte ao mysqli, uma extensão MySQL aprimorada.
* 55 idiomas disponíveis

Versões Disponíveis

No momento deste tutorial, existem duas versões do phpMyAdmin disponíveis:

* 2.11.x – Amplamente utilizado, necessário PHP 4.2 ou superior e MySQL 3.23.32 ou superior.
* 3.x – Recentemente lançada, necessário PHP 5.2 ou superior e MySQL 5.0.12 ou superior.

Como a versão 3.x, desenvolvida por muito tempo, está agora estável e totalmente funcional, é recomendado que se utilize ela em novas instalações. Lembre-se de ter instalado as versões necessárias do PHP e MySQL para isso.

Em outros casos, a versão da série 2.x pode ser a melhor escolha para sistemas mais antigos. Lembre-se que ao usar esta versão, pode ser que você não encontre algum recurso que poderia estar na série 3.x.

Para baixar, basta entrar na página principal do phpMyAdmin e clicar nos links de download no canto superior esquerdo (Quick Downloads), você será redirecionado para o SourceForge e o download será feito do mirror mais próximo. Neste tutorial, baixei em formato .zip, mesmo preferindo o .bzip2.

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Gerenciamento do NextGEN Gallery

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010

1. NextGEN Gallery Overview
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A opção overview basicamente é uma visão geral do total de imagens, de galerias e de álbuns que você possui no gallery.

2. Add Gallery/Images
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Nessa janela você possui as opções:
• Add new gallery – Dê um nome a sua nova galeria de imagens e clique em add gallery;
• Upload a zip-file – Você pode fazer o upload das imagens de uma forma mais rápida. Uma pasta zipada, por exemplo, com 100 fotos pode ser facilmente jogada no Gallery;
• Import image folder – O caminho das imagens (por padrão não precisa mudar essa configuração);
• Upload images – aqui você faz o upload das imagens individualmente ou várias imagens de uma vez, porém o processo é mais lento do que na opção Upload a zip-file;

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SCRUM

terça-feira, janeiro 5th, 2010

SCRUM é um método de desenvolvimento que está enquadrado dentro dos chamados métodos ágeis (Agile Manifesto, 2001). Criado por K. Shwaber, em 1995, ganhou notoriedade ao ser incluído dentre os métodos do manifesto de 2001. O termo SCRUM se refere “a uma formação bastante coesa de atacantes em um jogo de rugby para disputar a posse da bola quando esta é disputada” (KREBS, 2005).

Visão Geral do SCRUM

Segundo Schwaber (2007) o SCRUM necessita de um novo paradigma de desenvolvimento ao abraçar valores como mudança, imprevisibilidade e complexidade. Com o SCRUM as previsões de longo prazo são consideradas perca de recursos, tempo e, principalmente, dinheiro. O desenvolvimento ocorre através de versões e a adaptação é constante a fim de aperfeiçoar o projeto.

O SCRUM preconiza os valores comuns aos métodos que estão relacionados ao Agile Manifest , que são:

- Indivíduos e iterações sobre Processos e ferramentas

- Software funcionando sobre Extensa Documentação

- Colaboração dos clientes sobre Negociação em contratos

- Respostas a mudanças sobre seguir um plano

O SCRUM não é um modelo rígido, que pretenda ter respostas para todas as situações que se apresentem. Sua principal característica é oferecer à equipe as ferramentas para visualizar todas as nuances do projeto durante o seu desenvolvimento de forma a fazer os ajustes necessários. As práticas do SCRUM são, portanto, bastante flexíveis, podendo ser utilizadas em várias situações, e não somente no desenvolvimento de software.

Segundo Lairman o SCRUM possui valores que são importantes para seu êxito:

- Equipe auto-orientada e auto-organizada;

- Uma vez que o escopo de uma iteração é definido, dentro desta este não pode ser alterado;

- Reuniões diárias no início do dia;

- Normalmente as iterações (sprints) duram cerca de 30 dias;

- Demonstração para o cliente ao fim de cada iteração;

- Replanejamento junto com o cliente ao fim de cada iteração.

O SCRUM é fortemente influenciado pela divisão de papéis dentro da equipe do projeto.  Seus principais papéis são:

  1. Product Owner – Representa o interesse do cliente no projeto. Define os requisitos iniciais do projeto, objetivos, planos de entrega (release) e define a priorização de atividades do Product Backlog.
  2. Scrum Master – Gerencia o processo do SCRUM, atua como evangelista da metodologia SCRUM garantindo que todos saibam como esta funciona. Por fim, é responsável por remover quaisquer obstáculos que estejam impedindo o sucesso do projeto.
  3. Scrum Team (Time) – É que desenvolve todas as funcionalidades do Product Backlog. Gerencia seu próprio trabalho sendo responsável, portanto, pelo sucesso das iterações e, por conseqüência, do projeto como um todo.

Outros conceitos importantes em SCRUM:

  1. Product Backlog – consiste de uma lista das funcionalidades que o cliente deseja que ao final do projeto estejam implementadas no software.
  2. Impediment Backlog – consiste de uma lista dos problemas associados ao desenvolvimento do projeto. Geralmente mapeia riscos associados ao Product Backlog.
  3. Sprint – consiste da fase onde serão implementadas as funcionalidades previstas no Product Backlog.
  4. Sprint Backlog – lista de itens do Product Backlog que serãi implementados em um dado sprint.
  5. Burndown Chart – é o gráfico que sinaliza a quantidade de trabalho restante após certo período. Trata-se de um instrumento com o qual pode-se fazer a interseção entre o planejado e o executado.

Nos próximos posts vamos falar um pouco mais sobre as práticas de SCRUM e XP e como utilizá-los em conjunto.